A nossa filial no Reino Unido realizou um inquérito a 1.000 trabalhadores que não trabalham em escritórios e que permanecem de pé por pelo menos quatro horas por dia. O objetivo era identificar os riscos físicos e mentais associados à permanência prolongada em pé.
Os resultados lançam luz sobre as condições de trabalho em setores como a indústria transformadora, o comércio a retalho, a hotelaria e os serviços de saúde — setores que dependem fortemente de trabalhadores que permanecem de pé. Muitos participantes relataram problemas como dores na região lombar, nos pés e nos joelhos, bem como outros problemas de saúde evitáveis que consideram resultantes das suas condições laborais.
É tempo de chamar a atenção para este problema e agir para proteger o bem-estar da nossa força de trabalho.

Permanecer de pé durante muitas horas é a realidade diária de muitos trabalhadores. À primeira vista, pode parecer inofensivo, mas a nossa investigação revelou uma série de riscos, incluindo:
• Impacto físico – Ficar de pé prolongadamente em superfícies duras pode provocar sérios problemas de saúde, incluindo dor lombar (46%), dor nos pés (33%) e dor nos joelhos (29%).
• Impacto na saúde mental – Mais de um terço dos trabalhadores indicou que o trabalho em pé afetou negativamente seu bem-estar mental.
• Encargo financeiro – Os trabalhadores relataram perder uma média de £ 148 por ano em salários perdidos ou em despesas com tratamentos e medidas para lidar com os sintomas.
• Perda de produtividade – Quase metade dos inquiridos meteu baixa por doença no último ano devido a problemas relacionados com o permanecer em pé, perdendo uma média de 2,4 dias úteis por pessoa – um custo significativo para as empresas.
Felizmente, o apoio adequado pode melhorar significativamente o conforto e a produtividade no local de trabalho. Os tapetes anti-fadiga incentivam micro-movimentos que reduzem a fadiga muscular e promovem a circulação, ajudando a reduzir a tensão e o desconforto ao longo do dia. De facto, quatro em cada cinco trabalhadores do estudo que usaram tapetes anti-fadiga afirmaram que os consideraram úteis.
Embora não seja um requisito legal obrigatório, fornecer tapetes anti-fadiga demonstra um compromisso com o bem-estar dos colaboradores e apoia os princípios da Health and Safety at Work Act 1974 (Lei da Saúde e Segurança no Trabalho) no Reino Unido, que exige aos empregadores a proteção da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores.
Reconhecendo que cada local de trabalho é único, o MatBrain™ ajuda as empresas a identificar a solução de tapetes mais adequada às suas necessidades, com visitas técnicas especializadas para garantir O Tapete Certo, à Primeira™.

Connor explica que ficar demasiado tempo em pé obriga os músculos a trabalhar continuamente para manter a postura contra a gravidade. Com o tempo, isso pode causar dores, fadiga e rigidez, além de contribuir para problemas musculoesqueléticos.
Connor recomenda pausas regulares para movimento sempre que possível. Se isso não for viável, exercícios simples como elevações de calcanhar ou agachamentos no posto de trabalho podem ajudar. Manter-se ativo fora do trabalho – seja fazendo caminhadas, treinos no ginásio ou outras atividades prazerosas – também pode fortalecer os músculos e reduzir a tensão.
Connor incentiva os empregadores a priorizar o bem-estar dos trabalhadores que permanecem de pé, introduzindo pequenas medidas práticas, como o conceito de «exercise snacking» — exercícios curtos de 20 a 30 segundos para dividir o tempo em pé — ou investindo em avaliações ergonómicas e equipamentos de apoio, como tapetes anti-fadiga.
Permanecer muitas horas em pé pode provocar tensão muscular, dor e rigidez articular. Os tapetes anti-fadiga contrariam estes efeitos ao promover movimentos subtis, reduzindo a carga de manter uma posição estática e melhorando o conforto geral.
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